Psol define pré-candidatos ao governo e Senado

Sandro e Robério: o eleito e o suplente (Foto: arquivo)
Sandro e Robério: nomes do Psol (Foto: arquivo)

Do Portal 98 FM

O Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) definiu o ex-vereador Robério Paulino como o nome da legenda para disputar as eleições de 2026 ao governo do Rio Grande do Norte. A informação foi confirmada pelo presidente estadual da legenda, Sandro Pimentel, em entrevista à 98 FM Natal nesta segunda-feira (9).

Além da indicação de Paulino, a legenda também definiu o nome de Pimentel na disputa pelo Senado Federal. Segundo o próprio presidente, a legenda manteve o compromisso de apoiar a candidatura de Fátima Bezerra ao cargo.

“Foi definido de consenso o nome do professor Robério Paulino como candidato ao governo e também de consenso o meu nome ao Senado Federal, que o pessoal vai manter os esforços para garantir uma boa nominata para Estadual e Federal, e também diálogo com o PT no sentido de indicar que o nosso segundo voto ao Senado seja na professora Fátima Bezerra”, disse.

A decisão ocorreu durante um encontro realizado pelo diretório nacional durante a sexta-feira (6). Outra deliberação em pauta foi a possibilidade da formação de uma federação com o PT. Porém, o posicionamento foi contrário ao movimento, conforme também escolheu o diretório nacional.

A vereadora de Natal e pré-candidata a deputada federal Thabbata Pimenta foi a única filiada que defendeu a aliança institucional entre os partidos.

Pimentel também rebateu declarações que indicam uma dependência política do PSOL em relação ao PT. Ele defendeu que a legenda possui autonomia e relevância para construir suas próprias articulações.

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Ex-prefeito cassado não pode ser secretário municipal

Ex-prefeito André Júnior (PP) foi cassado recentemente (Foto: Web)
Ex-prefeito André Júnior (PP) foi cassado recentemente (Foto: Web)

O juiz Antônio Borja de Almeida Júnior, da 1ª Vara da Comarca de Apodi, determinou a exoneração imediata do ex-prefeito André Júnior  (PP) do cargo de secretário Chefe de Gabinete Civil em Itaú.

A decisão atende a um pedido de liminar do vereador Adriano Lucena (SD), com base em parecer do Ministério Público Estadual, que classificou a permanência do ex-prefeito no cargo como um “deboche às instituições democráticas”.

“Dessa forma, a nomeação [de André] para cargo comissionado de caráter político e estratégico, sem o pleno gozo dos direitos políticos, afronta o mandamento da Lei Orgânica e viola o princípio basilar da moralidade administrativa inscrito no artigo 37 da Constituição Federal, caracterizando evidente desvio de finalidade, pois o ato não se destina ao atendimento do interesse público, mas sim à manutenção indevida do controle político do agente público afastado judicialmente”, escreveu o juiz.

O prefeito interino Fernandes Melo (UB) deve cumprir a determinação sob pena de multa diária de R$ 50 mil, tornando sem efeito a portaria nº 032/2026, que nomeou o ex-prefeito.

Cassação

André perdeu o cargo de prefeito de Itaú após ser condenado num processo  por abuso de poder político e econômico nas eleições de 2024.

Ele nega as acusações e recorreu ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para retornar ao cargo.

Tão logo deixou o cargo de prefeito, André foi nomeado em fevereiro passado como chefe de gabinete civil pelo prefeito interino Fernandes Melo (União Brasil), seu aliado político.

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Esposa de Alexandre de Moraes detalha contrato com banco

Viviane e Alexandre: posição oficial de escritório (Foto: STF)
Viviane e Alexandre: posição oficial de escritório (Foto: STF)

Em uma nota, o escritório de advogada Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro Alexandre de Moraes, detalhou o contrato milionário que tinha com o Banco Master.

O acordo previa pagamentos mensais de R$ 3,5 milhões, totalizando R$ 129 milhões.

O escritório explicou as altas cifras citando ter tido 15 funcionários empenhados no cliente, além de outros três escritórios parceiros — mesmo assim, o cálculo de honorários fica bem acima do praticado no mercado.

Esse tweet explica bem isso.

A nota aponta que a atuação focou na esfera penal e administrativa da empresa. Além disso, foram realizadas 94 reuniões, das quais 79 foram presenciais, com duração média de 3h cada.

O escritório ainda disse que não atuou em processos do Master no STF. Com a liquidação do banco, o contrato e o fluxo de pagamentos foram encerrados.

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Volume de Oiticica passa de 200 milhões de metros cúbicos

40 reservatórios publicos receberam bom volume de água (Foto: Igarn)
40 reservatórios publicos receberam bom volume de água (Foto: Igarn)

Desde que as chuvas chegaram ao Sertão do Rio Grande do Norte, a partir das segunda quinzena de fevereiro, os reservatórios públicos monitorados pelo Governo do Estado receberam 100 milhões de metros cúbicos de água. Os dados são das últimas coletas feitas pelo Instituto de Gestão de Águas do RN (IGARN), órgão responsável pelo monitoramento de 69 açudes e barragens nas principais bacias hidrográficas do RN.

A recarga ocorre no momento em que 75 municípios estão em situação emergencial reconhecida pela Defesa Cívil, tendo como fator a seca em estágio extremo, isto é, quando há forte impacto social e econômico causado pela escassez hídrica na região.

O volume produzido pelas chuvas de fevereiro e início de março encheu pequenos reservatórios, reforçou as reservas de açudes de médio porte e dobrou o volume de Oiticica, segunda maior barragem do RN. Oiticica tem capacidade para armazenar 742,6 milhões de metros cúbicos. Na sexta-feira (06), ela armazenava 214,1 milhões, 28,8% da capacidade.

No total, 40 reservatórios públicos receberam recargas. Em Serra Negra do Norte, o sistema de abastecimento gerido pela prefeitura foi restabelecido depois que as chuvas encheram o complexo de 10 barragens, criando uma calha de 28 quilômetros de água no leito do Rio Espinharas.

As barragens Armando Ribeiro Gonçalves, em Itajá; Santa Cruz, em Apodi, e Umari, no município de Upanema – não tiveram volumes elevados pelas chuvas. Responsável pelo fornecimento de água para 500 mil pessoas em 38 municípios atendidos pela Caern, além de projetos de irrigação no Vale do Açu, a Armando Ribeiro está com menos de 1 bilhão de metros cúbicos – 997,6 milhões -, conforme aferição feita na sexta-feira (06).

Santa Cruz acumula 320,5 milhões (53,4%). E Umari, fonte de captação de carros-pipa que levam água para municípios em situação de emergência, 143,6 milhões (49,0%). As reservas hídricas superficiais totais do RN acumulam 2,06 bilhões de metros cúbicos, 39,0% da capacidade total, que é de 5,29 bilhões.

São Francisco

O planejamento estratégico dos órgãos governamentais que cuidam dos recursos hídricos para 2026 prevê a entrada em Oiticica da segunda cota da transposição do São Francisco, que é de 93 milhões. A primeira, de 79 milhões, ocorreu no segundo semestre de 2025.

“Estamos vendo isso, mas a tendência é receber uma nova cota de água do PISF porque nossas reservas acumulam hoje 39% da capacidade de armazenamento. E pode ser que o volume de chuvas em março e abril não corresponda ao que estamos esperando. Além do mais, a Barragem Armando Ribeiro vem perdendo água progressivamente”, diz o diretor presidente do Igarn, Procópio Lucena, lembrando que a barragem do Assú, como a Armando Ribeiro era conhecida anteriormente, é responsável por uma boa fatia do PIB potiguar.

“O volume armazenado nela atualmente equivale a 42% da capacidade. Então, vamos acumular tudo o que puder em Oiticica para depois fazer uma gestão compartilhada, de forma a garantir água para as duas, gerando riqueza, emprego, renda, segurança alimentar, enfim, desenvolvimento”, defende Procópio.

Sobre as chuvas registradas nas duas últimas semanas de fevereiro e nos primeiros dias de março, o diretor do IGARN afirma que elas foram importantes também para mudar o cenário no campo. “Ocorreram coisas maravilhosas em algumas regiões. Os riachos desceram com água, pequenos açudes encheram, cisternas receberam água da chuva, os animais podem matar a sede nos açudes e barreiros… Então, melhorou muito a situação, tanto na área urbana como na zona rural de pequenos municípios”, comemora Procópio.

O Rio Grande do Norte tem cerca de 25 mil espelhos d’água e 80 mil cisternas, que são instrumentos importantes nas ações de convivência com a seca. No período compreendido entre 01 de janeiro/26 e 08 de março/26, dos 12 municípios com maior volume de chuvas registradas pela Emparn, oito são da mesorregião Oeste, dois do Agreste e da Leste.

Onde mais choveu

Período: 01/01/26/ a 08/03/26

Portalegre: 517,4
Rafael Godeiro: 472,8
Martins: 432,2
Monte Alegre: 426.6
São Gonçalo Amarante: 421,6
Rodolfo Fernandes: 411,0
Itaú: 398,6
Serrinha dos Pintos: 396,7
Viçosa: 396,6
Severiano Melo: 39,2
Parnamirim: 383,7
Jandaíra: 376,8

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Kleber Rodrigues define seu novo destino partidário

Kleber Rodrigues tem a inclusão como uma de suas principais bandeiras (Foto: Eduardo Maia)
Kleber Rodrigues sai do PSDB para legenda Progressistas (Foto: Eduardo Maia)

Decidido. O deputado estadual Kleber Rodrigues vai se filiar ao partido Progressista (PP) no próximo sábado (14).

O evento acontecerá no município de Monte Alegre, base histórica e eleitoral de seu grupo. Rodrigues sai do PSDB e consolida-se como um dos principais articuladores da pré-candidatura ao governo do prefeito mossoroense Allyson Bezerra (UB).

Em janeiro, Kleber Rodrigues foi o primeiro deputado estadual a declarar apoio ao projeto majoritário da federação União Brasil/PP.

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Aula Magna inicia curso de pós-graduação em Direito Eleitoral

Paulo Lopo e José Bezerra  Marinho na Aula Magna (Foto: João Gilberto)
Paulo Lopo e José Bezerra Marinho na Aula Magna (Foto: João Gilberto)

A Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte iniciou,  nesta segunda-feira (9), as aulas do Curso de Especialização em Direito Eleitoral promovido pela Escola da Assembleia Legislativa do RN (EALRN). A abertura ocorreu com Aula Magna ministrada pelo professor doutor Paulo Lopo Saraiva, reunindo autoridades e os alunos que preencheram as 50 vagas disponibilizadas para a pós-graduação lato sensu.

Com carga horária de 360 horas e duração prevista de 18 meses, o curso será realizado presencialmente na sede da Escola da Assembleia, no bairro do Tirol, em Natal, com aulas no período noturno, de segunda a sexta-feira, das 18h às 22h.

Ao todo, foram ofertadas 50 vagas, destinadas a servidores da Assembleia Legislativa, da Fundação Djalma Marinho, de órgãos parceiros e também à comunidade em geral. A iniciativa integra a política de formação continuada da Escola da Assembleia, voltada ao aperfeiçoamento técnico de profissionais que atuam ou desejam atuar na área jurídica e institucional relacionada ao processo eleitoral.

De acordo com o diretor da Escola da Assembleia, José Bezerra Marinho, a especialização tem como objetivo proporcionar formação teórica e prática aprofundada, abordando temas ligados ao Direito Constitucional e às normas que regem o sistema eleitoral brasileiro, contribuindo para a qualificação de quadros técnicos e para o fortalecimento das instituições democráticas. Além disso, o diretor explica que o foco na qualificação dos servidores públicos e comunidade seguem a orientação do presidente da Casa, deputado Ezequiel Ferreira (PSDB), de oportunizar também à população a chance de um aperfeiçoamento gratuito e de qualidade.

“Mais uma vez, a Escola da Assembleia Legislativa oportuniza uma formação de qualidade tanto para os servidores da Casa como para a comunidade. A especialização será coordenada pelo advogado Erick Pereira e temos certeza de que os alunos terão mais um curso de alto nível”, explicou o diretor da Escola da Assembleia.

Ao final da especialização, os participantes que cumprirem os requisitos acadêmicos — incluindo frequência mínima de 75% da carga horária e média igual ou superior a 7,0 — receberão o título de especialista em Direito Eleitoral.

Participaram da solenidade de abertura o procurador-geral da Assembleia Legislativa, Renato Guerra; o diretor da Escola da Assembleia Luiz Bezerra Marinho; a diretora da Escola do Governo, Aíla Cortez; os juristas e professores Lúcio Teixeira, Erick Pereira e Paulo Lopo Saraiva, que ministrou a Aula Magna.

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Complexo viário será entregue na data de emancipação

O Complexo Viário 15 de Março já tem data para ser entregue. Será exatamente no próximo dia 15 de março, data de emancipação do município de Mossoró.

O anúncio foi feito pelo prefeito Allyson Bezerra (UB) à tarde desta segunda-feira (09), através de vídeo postado em suas redes sociais.

Veja o que ele escreveu:

Claro que não podia ser em outro dia!! 15 de março, no aniversário de Mossoró. Vai ser um momento histórico pra nossa cidade.

Estamos nos últimos detalhes pra abrir ao povo a maior obra já realizada pela Prefeitura de Mossoro, com 8 km de rodovia e uma ponte com 144 metros, a maior que Mossoró já viu, pronta pra transformar de vez a mobilidade e o desenvolvimento da nossa região.

Anota aí, meu povo: dia 15/03. Vai ser especial demais, um sonho que a gente sonhou junto e tá virando realidade.

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Hipótese de não renunciar volta à mesa de Fátima Bezerra

Preocupações só aumentam para governadora Fátima (Foto: Arquivo)
Preocupações só aumentam para governadora Fátima (Foto: Arquivo)

Entrou num “oito” a sucessão da governadora Fátima Bezerra (PT). Até o momento, ela não conseguiu costurar um substituto de confiança para ser governador-tampão, lhe assegurando tranquilidade à renúncia.

Tem pelo menos até o dia 3 de abril para decidir se fica ou se sai.

A hipótese de seguir no mandato até o fim voltou dramaticamente à mesa da governadora, que deseja se candidatar ao Senado, projeto também do seu partido.

Na Assembleia Legislativa ela não soma pelo menos 13 votos (maioria absoluta) para fazer o sucessor que complete a gestão até dezembro, além de assegurar as rédeas do governo em pleno ano eleitoral.

Ô luta medonha!

Leia também: Assembleia define normas para eleição indireta a governador

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Grupos da Paraíba e Mossoró preparam arrojado empreendimento

Massai já cercou área onde serão erguidas as duas torres (Foto: BCS)
Massai já cercou área onde serão erguidas as duas torres (Foto: BCS)

Um novo e arrojado empreendimento da construção civil começou a ganhar contornos em Mossoró. Entre as avenidas João da Escóssia e Mota Neto, além da rua Naninha Rocha, Nova Betânia, vão ser erguidas duas torres.

O investimento deriva da parceria entre o grupo mossoroense comandado pelo empresário Wilson Duarte Júnior e a Massai Construções e Incorporações de João Pessoa-PB.

Na configuração, um edifício abrigará unidade do Ba’ra Hotel, que em João Pessoa é fruto de sociedade entre a construtora Massai, o jogador de futebol e empreendedor Hulk, a Florense Paraíba e a Hofmann Station.

No outro serão apartamentos, além de existir no projeto alguns pisos para mix de lojas e estacionamentos.

Maravilha!

Traremos mais detalhes posteriormente.

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Henrique Alves anuncia volta ao MDB para ser apenas “torcedor”

O ex-presidente da Câmara dos Deputados e parlamentar federal por 11 mandatos consecutivos, Henrique Eduardo Alves, é novamente filiado do Movimento Democrático Brasileiro (MDB). Confirmou a filiação em conversa agora pela manhã com o Blog Carlos Santos.

– Voltei a minha casa! 52 anos! Me filiei no MDB nacional! Emoção e saudades! 💚💚💚 – manifestou-se Alves, acrescentando os corações em cor verde na conversa conosco, através do WhatsApp.

“Aprendi cedo: ‘sem ódio e sem medo!’” – proclamou, numa referência à frase/slogan do seu pai Aluízio Alves (in memoriam), ex-governador do RN.

Perguntei mais detalhes sobre o retorno à legenda e se isso significava uma reaproximação com o ex-senador e ex-governador Garibaldi Alves Filho (MDB) e com o vice-governador Walter Alves, presidente estadual do MDB.

O silêncio foi sua resposta por quase uma hora no mesmo aplicativo. Veio a resposta, finalmente, que continuou deixando algumas interrogações em aberto: “Amigo, as fotos dizem tudo! Gari primo-irmão! 52 anos juntos! Sempre meu líder! Abs.”

No seu endereço na rede social Instagram, à manhã de hoje, Henrique Alves postou vídeo com retrospectiva sua no partido, de onde saiu em 2022, em desavença com Garibaldi e o filho Walter. Mas no vídeo e textualizando, evitou novos choques. Quer apenas ter o direito de torcedor com bandeirinha verde nas mãos. Como candidato, missão cumprida:

“Feliz! Voltar à Minha Casa, 52 anos, eu e Gari! Nela cresci vendo Ulisses Guimarães e Pedroso Horta. Lutei, ganhei, perdi, me levantei! Honrei meu RN e meu MDB. Voltei! Não mais definitivamente para essa política partidária e eleitoral! Missão cumprida! Mas a alegria de ser torcedor com bandeirinha verde nas mãos! Saudades que sempre honrarei! Voltei. Emoção.”

Nas eleições passadas, ele tentou novamente ser deputado federal, agora pelo PSB, legenda de apoio à candidatura à reeleição da governadora Fátima Bezerra (PT) e novo mandato do presidente Lula (PT). Fracassou homericamente. Obteve apenas 11.630 votos.

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Relatos sobre Tibau

Por Odemirton Filho

Residências de veranistas abastados no século passado (Foto: Wikipedia)
Residências em Tibau de veranistas abastados em registro do século passado (Foto: Wikipedia)

Não é novidade para os leitores deste Blog que eu gosto de escrever sobre a cidade de Tibau. Por qual razão? Lembranças. Lembranças que, vez ou outra, invadem a minha alma e me fazem buscar memórias recônditas no coração.

Dessa vez, no entanto, quero falar sobre o I Festival Literário de Tibau (FliTibau), realizado no último dia 31 de janeiro e, principalmente, sobre o Volume II do livro Tibau De Todos os Tempos, de autoria da Jornalista Lúcia Rocha. Por causa do cronograma de artigos e crônicas que publico semanalmente neste espaço, somente agora me debrucei sobre o assunto.

Inicialmente, é de se louvar a iniciativa de Lúcia Rocha, Raí Lopes, Emanuela de Sousa e Júlio Rosado, pois sabemos o quão é difícil organizar um evento literário. Contudo, eles fizeram com denodo e competência, merecendo todos os aplausos, uma vez que foi um momento singular.

Na ocasião, houve o lançamento do mencionado livro, bem como, um gostoso bate-papo entre escritores, escritoras, poetas e poetisas. Eu estava lá, sentado à mesa com Morgana, minha mulher. Enquanto tomávamos um cafezinho e saboreávamos um delicioso bolo, acompanhávamos a programação.

Em relação ao livro sobre Tibau, é claro que não darei “spoiler”, a fim de instigar o leitor a adquiri-lo e navegar por suas belas páginas. Na obra, encontram-se relatos de moradores e veranistas que viveram e curtiram os veraneios de Tibau ao longo do tempo.

Entretanto, quero destacar alguns relatos que aguçaram a minha curiosidade. Entre eles, o fato de no terreno, onde há cinquenta anos está edificada a casa de meus pais, ter tido uma “bodega, com pouca coisa, bolacha e cachaça para os pescadores”, conforme relatado por dona Elizabeth Negreiros.

Outro relato que me chamou atenção foi o da senhora Aída Mendes. Ela disse que seu irmão, Eider, estava passeando com sua babá, Belisa, ali próximo a Pedra da Furna da Onça. Referida pedra ficava depois da casa de doutor Vingt-un Rosado, e sempre foi envolta em lendas e histórias. Conforme narrou, o seu irmão viu uma bonita mulher, carregando flores nas mãos, segundo ele, tratava-se de Santa Teresinha.

Ah, e quem viveu naquela época, com certeza se recordará do “morrinho”, no qual a juventude se encontrava para jogar conversa fora, flertar e namorar, tudo sob a luz do luar e, talvez, pela suave melodia de um violão.

São muitos, muitos são os relatos sobre Tibau no livro. Não tenho dúvidas que, ao adquiri-lo, o leitor conhecerá e relembrará alguns fatos, deleitando-se. Quem sabe, até se emocione ao rememorar tempos idos.

Por essas e outras razões que me apraz escrever sobre Tibau, pois foi lá que brinquei muitos dias da minha infância, curti parte da juventude, conheci e comecei a namorar aquela que seria a minha esposa. Tempos depois, levamos os nossos filhos para tomar banho de mar, nas águas que abençoaram a nossa união.

Pra finalizar, faço minhas as palavras do poeta e amigo, Cid Augusto: “na minha infância, Tibau era o que existia mais próximo do paraíso”.

Odemirton Filho é colaborador do Blog Carlos Santos

A hora de sair

Por Honório de Medeiros

Arte ilustrativa em estilo aquarela, com recursos de Inteligência Artificial, a partir de foto do autor da crônica, para o BCS
Arte ilustrativa em estilo aquarela, com recursos de Inteligência Artificial, para o BCS, a partir de foto do autor da crônica

Um homem tem que saber a hora de sair.

Recolher-se.

Perceber que o tempo passou.

Tirar as esporas, encostar a cela.

Pendurar as armas, despir a armadura.

Não mais se afadigar debaixo do sol.

Beber seu café; contar casos.

Ver seus rebentos irem para a arena.

Sair de cena.

Honório de Medeiros é professor, escritor e ex-secretário da Prefeitura de Natal e do Governo do RN

Nem o amor pode atrasar o fechamento

Por Joaquim Ferreira dos Santos

Danuza Leão, Samuel Wainer e Pink Wainer (Foto: Reprodução de O Globo)
Danuza Leão, Samuel Wainer e Pink Wainer (Foto: Reprodução de O Globo)

Até hoje me arrepio ao pensar na cena. Danuza Leão, então colunista social, atravessa a redação do Jornal do Brasil. Vem em minha direção para conversar algo que se perdeu na fumaça dos cigarros, naquele longínquo 1993, ainda permitidos em ambientes fechados. O que aconteceu em seguida, a razão do arrepio, foi o que restou de memorável.

Ao chegar à minha mesa, Danuza sentou-se sobre o tampo e ali ficou, em sua deliciosa mistura de vamp com pitadas de witty, desfiando o que suponho ter sido algum “babado forte” bem ao nosso gosto. Até que me dei conta:

— Danuza, você está sentada no Samuel Wainer.

Era um envelope com cópias de reportagens sobre a vida do jornalista, marido dela até o dia em que, protagonizando um dos maiores “babados fortes” da história, ela o trocou pelo compositor e também jornalista Antônio Maria, empregado da mesma Última Hora de que Wainer era proprietário. Como Maria era o personagem do livro que eu escrevia naquele momento, lá estava o envelope cheio de pesquisas servindo de assento à minha amiga.

— Meu Deus! — disse Danuza, subitamente séria, dando um pulo para fora da mesa e retirando-se para sua sala.

A vida de Samuel Wainer, um modernizador da imprensa, está num documentário de Dario Menezes que os canais Brasil, Globoplay e Curta mostram ainda este semestre, quando se comemoram, mais exatamente em junho, os 75 anos da fundação da Última Hora. Na virada para os anos 1960, não foi apenas um grande jornal, mas um responsável pela educação sentimental, sexual e afins de muito menino carioca. Era o que se lia lá em casa.

Um dos colunistas da seleção escalada por Wainer era Sérgio Porto, o Stanislaw Ponte Preta. Ele ilustrava a seção com fotos de vedetes, moças de índole progressista que tinham como característica física um par de coxas roliças, chamadas “mocotó” – em suas melhores circunferências, mediam de um canto ao outro desta página. Eram as certinhas do Lalau. Uma delas, Carla “Joãozinho Boa Pinta” Morel, era tão certinha que namorava o presidente da República, por acaso casado, João Goulart.

Uma vez perguntei à Danuza o que a fizera trocar o poderoso Wainer por Maria, sempre de grana curta, acima do peso, as calças seguradas pelo poder dos barbantes, além de forte tendência à melancolia, autor de “Ninguém me ama”.

– Ele me ouvia.

Em três palavras, Danuza me deu uma aula de sensibilidade feminina. Para a felicidade dos leitores, no entanto, Wainer só ouvia aquilo, o gemido das rotativas do jornalismo. Um dia, diante de toda a redação, Jacinto de Thormes, colunista social, o acusou de estar comendo sua mulher. Samuel confirmou, e deu de ombro – isso era o de somenos:

– Estão comendo a minha também e nem por isso atrasei o fechamento.

Toda a saga do grande jornalista (1910-1980) está no ágil doc de Dario Menezes. Foi ele quem deu a Nelson Rodrigues a ideia de deslocar o “Crime e Castigo”, de Dostoievski, para o noticiário policial carioca, o mote de “A vida como ela é”.

A coluna tinha adultério, ciúme e traição em Copacabana, mas Nelson podia ter se inspirado nas cenas passionais da vibrante redação que Samuel Wainer comandou na Praça da Bandeira. O jornalismo tinha sua importância, mas não bastava – não basta.

– É o amor – escreveu Nelson em uma dessas colunas – que impede o homem de trotar pela Presidente Vargas montado por um Dragão da Independência.

Joaquim Ferreira dos Santos é jornalista e escritor

*Texto originalmente publicado em O Globo

A urgência de ir devagar

Por Cesar Amorim

Arte ilustrativa com recursos de Inteligência Artificial para o BCS
Arte ilustrativa com recursos de Inteligência Artificial para o BCS

A gente corre como se houvesse uma linha de chegada invisível.
E aprendemos a sentir culpa sempre que ousamos estacionar.

O dia começa antes mesmo de o corpo acordar.
O celular vibra, a mente dispara, e o tempo já parece atrasado mesmo sem ter começado.

Tudo é urgente.
Tudo exige resposta.
Tudo pede pressa.

Mas viver nunca foi uma atividade de alta velocidade.

Desacelerar virou sinônimo de perder tempo, quando, na verdade, talvez seja o único jeito de encontrá-lo.

É na pausa que o café revela o gosto.
É no silêncio que a conversa ganha sentido.
É no intervalo que a gente se percebe inteiro.

Houve um tempo em que esperar não causava angústia:
a fila, o semáforo, a tarde sem compromisso.

Hoje, qualquer segundo vazio parece uma falha do sistema.

Talvez o cansaço não venha apenas do excesso de tarefas,
mas da falta de presença nelas.

Desacelerar não é desistir.
É escolher.

É entender que nem tudo precisa acontecer agora;
e que quase nada acontece melhor quando estamos apressados.

A vida não cobra velocidade.
Ela pede atenção.

E talvez viver bem seja justamente isso:
aprender a caminhar mais devagar
num mundo que insiste em correr.

Para não chegar rápido demais
a um lugar que não vale a pena.

Cesar Amorim é advogado especialista em Direito dos Servidores Públicos

O que se sente

Por Bruno Ernesto

Gravuras de Assis Marinho (Foto: Bruno Ernesto/28-02-2026)
Gravuras de Assis Marinho (Foto: Bruno Ernesto/28-02-2026)

Arte é tudo aquilo que, intencionalmente emociona, convida a refletir por uma outra perspectiva ou, simplesmente mostra que o extraordinário para um não passa de ordinário para outro, e vice-versa.

Se você puser os olhos em algo que se encaixe minimamente nessa perspectiva, ela alcançou o seu objetivo. Não importa se o que despertou em você seja um bom ou mau sentimento. A arte é assim mesmo.

Muitas vezes, a intenção da obra é mesmo prospectar um sentimento antinômico entre o objeto e o espectador.

Não por onde, o papel do curador de uma exposição anda pari passu ao do próprio artista, e convida o espectador a percorrer um percurso que, se não lhe passa uma impressão direta sobre a mensagem do autor ou temática daquelas obras, ao menos mostra que é possível enxerga-la sob outra ótica.

Não é incomum – por vezes até compreensível – que alguém pense que cabe exclusivamente ao curador direcionar a impressão do público de uma exposição. Nem sempre.

Assim como qualquer arte, um pintor, um escultor, um fotógrafo, um músico ou um escritor, percorrem verdadeiros ciclos criativos ou desimaginativos. E é aí que um curador atento pode pinçar o que aquele ciclo pode despertar no expectador.

Evidente que, desde a concepção, com a escolha do tema ou obras de determinado artista, passando pela expografia, com a organização da galeria, iluminação, cores, público e circulação dele, até a exposição em si, antes de tudo, a curadoria é uma operação intelectual que envolve teoria crítica de matizes cultural, política, estética e de visão de mundo.

E essa condição do curador, além de envolver escolhas do curador, envolve escolhas e consequências do próprio autor – e do curador também -, e propõe uma interpretação que estrutura, em última análise, nossa relação com a própria arte, quer seja ela visual, olfativa, tátil ou sonora.

Claro que a mesma obra pode ter inúmeras leituras com o passar dos tempos ou com o tipo de público que a observa, pois é uma relação sinalagmática.

O que faz da obra ou de uma exposição realmente interessante e instigadora é, em última análise, o que ela desperta em você; ainda que inconscientemente.

Bruno Ernesto é professor, advogado, escritor e presidente do Instituto Histórico e Geográfico de Mossoró – IHGM

Memória de uma ousadia

Por Tácito Costa

Casa de Cultura Popular (Reprodução do BCS)
Casa de Cultura Popular (Reprodução do BCS)

A gestão do escritor François Silvestre foi a última a colocar uma política cultural estruturada à frente da Fundação José Augusto. Digo isso com conhecimento de causa: acompanho de perto, como jornalista, a vida cultural do Estado e participei diretamente daquela experiência, como assessor de imprensa e editor da revista Preá.

Também estive nas gestões do jornalista Woden Madruga, nos governos de Geraldo Melo e de Garibaldi Alves Filho. Conheço, portanto, relativamente bem a história cultural potiguar — e a da própria Fundação. Conheço a aldeia, seus mitos ocasionais, seus mecenas de vitrine e suas pajelanças. Não me vendam versão.

Reconheço que os tempos mudaram. Mas não era necessário que mudassem a ponto de o Estado se desobrigar de formular política cultural permanente, transferindo para editais aquilo que deveria constituir projeto continuado.

A gestão de François teve virtudes e enfrentou dificuldades, como qualquer outra. Havia, porém, um eixo: projeto, direção, entendimento de que cultura pública exige planejamento, recursos e continuidade. Algumas iniciativas atravessaram governos — como a Preá e as Casas de Cultura. Outras foram sendo abandonadas, até desaparecer.

Depois veio o chamado “Foliaduto”, episódio que ganhou proporções muito além dos fatos e produziu desgaste suficiente para interromper aquele ciclo. Seguiram-se perseguição, ressentimento, julgamento apressado e a satisfação discreta dos que preferem ver um projeto ruir a vê-lo prosperar.

Hoje consolida-se a ideia de que política cultural se resume a shows caros com artistas de fora, enquanto se paga pouco — e, não raro, mal ou com atraso — aos artistas da terra, quando não se lhes aplica o velho expediente do calote. Persiste a noção de que cultura pública é apenas calendário de eventos e distribuição episódica de recursos, quando deveria implicar visão de Estado.

A ousadia teve custo, mas o legado ficou — e é ele que a memória registra.

Tácito Costa é jornalista

Pequeno manual para se escrever uma crônica

Por Marcos Ferreira

Arte ilustrativa com recursos de Inteligência Artificial para o BCS
Arte ilustrativa com recursos de Inteligência Artificial para o BCS

Agora vejo que a semana expirou. A labirintite, um tanto de esquecimento e outro de preguiça findaram por prejudicar o envio de meu texto para o BCSBlog Carlos Santos. Não bastasse, nocauteado pelos antipsicóticos, hoje só me acordei às nove e quinze da madrugada. É dia 6 de março. Noite veloz. Há pouco eu estava no mercado fazendo umas compras, gêneros alimentícios, quando súbito ouço um bipe. Peguei o telefone. Meu editor (lacônico) havia deixado uma mensagem no WhatsApp me cobrando a fatura.

Foi só aí que esta tarefa me veio à lembrança. “Mais tarde eu mando”, respondi também de modo telegráfico. Sendo franco, não tenho muita convicção disso: tirar da cartola algo dessa ordem assim, em cima da hora. Às sextas, tipo uma poção mágica, é o dia que tacitamente estabelecemos como prazo. Meu laboratório de escrita possui umas fórmulas pouco criativas quanto surradas.

Não tenho, ao contrário de Otto Lara Resende, redação fluente. Escrevo deveras a custo; inicio um parágrafo e por vezes fico sem o que dizer no período seguinte. Quem sabe este pequeno manual para se escrever uma crônica seja útil a alguém. Vou me afundando no lugar-comum, e a necessidade de produzir literatura de qualidade ao menos razoável descamba para o brejo. Estou às voltas com um exercício autopunitivo e sigo tocando esta barca furada a duras penas.

Nem tudo, entretanto, é só engodo e fracasso. É possível, embora apresentando um recurso batido, repisado, avançar no manejo desta sopa de letrinhas. O sabor é de fato ruim, todavia o caldo pode se tornar nutritivo. Claro que ninguém é forçado ou manipulado a consumir este miojo pouco substancial, inapetente. No que se refere ao improviso, contudo, desconfio de que o resultado será exitoso.

Porque uma narrativa deste naipe pode ser elaborada com boa quantidade de rodeios e delongas. Indivíduos de alto coturno no universo das letras passaram e passam por esse tipo de aperto e quase todos, para não faltarem aos seus espaços culturais, optaram por esta velha receita de escrever sobre a falta do que escrever. Então, conforme mencionei algumas linhas atrás, essa malandragem inócua vai devagarinho ganhando peso.

Estou, podem crer no que lhes digo, resignado para receber uma chuva de canivetes. Dou a cara à tapa sem ressentimento algum. Fico imaginando o semblante do solene editor deste blogue diante da minha artimanha palavrosa. O que dirão (ou tão só farão vista grossa) determinados habitantes deste ilustrado recinto de opinião e cultura? Tenho para mim que, no mínimo, devem exibir um ar de decepção. Não lhes condeno os resmungos ou apenas o silêncio. Fazer o quê?! Depois de todo este circunlóquio, após um nariz de cera sem tamanho, posso assegurar que já escrevi algumas coisas bem piores. O que sempre me incomoda é requentar o pão.

Entrementes, assim maculando a pureza desta página, noto que sobrevivi à complexidade da missão: fugir da guilhotina. Meus colegas de blogue (alguns nunca vi mais gordos) podem perfeitamente concluir que sou um escriba de menor estatura, de cabedal nitidamente limitado. Não reúno, por exemplo, o misto de erudição e didática do escritor e causídico Marcos Araújo, meu xará, que é mais difícil de se ver do que um político reeleito.

Existe também, entre outros, a mansuetude cativante do cronista Odemirton Filho. Quanto ao meu tiquinho de leitores, cujos nomes prefiro não citar, de modo a não cometer o pecado da omissão, conto com a tolerância e o carinho deles. Isso não é pouca coisa. Classifico esse tratamento ou indulgência para comigo como um grande privilégio, um voto de confiança de especial nobreza.

De resto, para aqueles que padecem com a falta de assunto, de inspiração, recomendo que não se desesperem. Tomem um gole de café e, por que não, façam uso deste pequeno manual para se escrever uma crônica. Não têm nada a perder. Talvez isto dê certo e lhes salve o pescoço da guilhotina.

Marcos Ferreira é escritor

Alexandre de Moraes teria visitado endereços de Daniel Vorcaro

Arte ilustrativa com recursos de Inteligência Artificial para o BCS
Arte ilustrativa com recursos de Inteligência Artificial para o BCS

Do Diário do Poder

Entre as mensagens apontando intrigante proximidade entre o banqueiro Daniel Vorcaro e Alexandre de Moraes, uma não escapou a políticos de oposição porque indica que o ministro do Supremo Tribunal Federeal (STF) era visitante habitual em endereços do dono do Banco Master.

Em troca de mensagens com a namorada Martha Graeff, em 29 de abril de 2024, Vorcaro diz estar recebendo Moraes em sua nova casa em Campos (do Jordão) e que o ministro havia gostado do que viu, observando:

– “E ele adorava (o) apto”.

Para a oposição, esse trecho mostra que Moraes costumava visitar o investigado Vorcaro, cliente do escritório de advocacia da esposa.

Impeachment

A ligação de Vorcaro a Moraes está entre as alegações do governador de Minas, Romeu Zema, para pedir impeachment do ministro do STF.

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Jornalismo com Opinião